domingo, 17 de abril de 2011

BURACOS

    Em nossas viagens, repetidamente somos obrigados a andar por estradas muito esburacadas. Andar por esses trechos não é algo tranquilo e ligeiro. Certa vez, tentávamos entender por que um caminho que, no mapa, estava como estrada asfaltada, tornara-se tão esburacado. Com certeza, não tinham investido suficientemente na base: apenas um pouco de terra compactada e, então, o asfalto; mais um trecho de estrada construído rapidamente.Com relação à vida, também é necessário investir na base mesmo quando é algo cansativo e quase sempre invisível aos olhos dos outros. A cobertura de asfalto é muito fina. Quando nova, ela é bonita de se ver, e, por algum tempo, dá para andar bem por ela, mas, após algum tempo, não suporta a carga. Então, eu me pergunto: -Estou pronto para receber cargas? Quanto eu investi em me preparar para suportar o peso que me deveria ser confiado? Como está a minha capacidade de carga em relação às minhas tarefas e responsabilidades? Quando uma estrada parece viável, ela é usada.Porém, com a carga, o fundamento fraco e a fina camada de asfalto se tornam visíveis, e os viajantes se decepcionam com ela.A profundidade que aparento condiz com a realidade? A manutenção não foi feita. Remendar é sempre um trabalho penoso. Persistir, analisar, prevenir e aperfeiçoar também não aspectos fáceis de nosso trabalho. Que possamos sempre construir "caminhos de DEUS" sobre os quais as pessoas possam trafegar em direção à eternidade.


KGH (Ka'egso Hery)
(extraído de um devocionário da JMM 2011)
Foto do povoado Canastra em Ibateguara-Al

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